Design

Considerações sobre Design

Design está para a vida assim como as vogais estão para o alfabeto. Ligados diretamente! E a fascinação pela vida, inevitavelmente vai desaguar na ideia de que o Design está por trás de tudo o que se conhece e esse é o design visto em sua totalidade e amplitude. No campo mercadológico, temos o design como sendo um auxílio direto e dirigido a estratégias de concepção, conforme descrições encontradas no tio Google e na tia Wikipédia. Ambos nos dizem, em síntese, que Design refere-se à idealização, criação, desenvolvimento, configuração, concepção, elaboração e especificação de artefatos (máquina, utensílio, mobiliário, embalagem, publicação, gráficos, peças visuais), normalmente produzidos industrialmente ou por meio de sistema de produção seriada.

No que tange à ideia de Design Gráfico, a ênfase fica nos produtos visuais e/ou gráficos, abrindo vertentes para campos como Design Digital / Web Design, Design Thinking e afins. No geral, a proposta vai ser sempre de um produto, serviço ou projeto de Design. E essa beleza de se ter o Design ligado às diferentes esferas, o torna ainda mais robusto e forte (um dos motivos pelo qual um punhado de designers militarem tão ativamente pela valorização dessa área).

É legal e divertido saber que um entusiasta e/ou profissional de Design está ligado ligeiramente a termos como vetores, tipografias, cores, braimstorm, briefing, iconografia, simetria, grid, Fibonacci, Retângulo áureo, ilustrações, animações, lettering e outros termos tão queridinhos da classe criativa (sem contar a treta divertida sempre planted envolvendo softwares gráficos como Adobe Illustrator e CorelDraw). Bem como a tradição de que criativos adoram café e que não saem desgrudam do Smartphone. Outra coisa intrigante é que há um mito de que todo designer é também desenhista/ilustrador (o que nem sempre acontece e nem é realmente necessário que assim o seja).

O universo que envolve Design e Concepção Criativa está recheado de nerdices e referências à Cultura Pop; também acontece de haver uma glamourização da classe, por conta de fatores como a idealização de que designers curtem boa música, bons filmes e séries de TV, leem bons livros (e gibis, claro), têm bom gosto para vestuário e estão sempre ligados em termos da onda, como “mainstream”, “cybercultura”, “combinatividade” e etc.

A profissão é algo que remete a coisas positivas e criativas; e quem busca emprego fixo em agências de Publicidade, empresas ou setores de Marketing, ou corporações e escritórios de Design, sempre tem vagas e opções disponíveis, bem como há uma demasiada liberdade para atuar como Freelancer. Em ambos os casos, porém, um critério é fundamental: ser competente e ter um portfólio organizado e com bons Jobs. Assim, entende-se que essa é uma área com grandes atrativos e vertentes a se explorar e desenvolver, unido até mesmo campos profissionais e pessoais de alguém que quer trabalhar amando o que faz.

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