Design

A arte de experimentar

No design temos como uma das bases criativas o repertório que adquirimos, sendo que ele pode já existir na nossa experiência de vida ou aparecer por conta de algum estudo que devemos fazer para trabalhar com algum tema em específico.

O que geralmente pode acontecer é que por conta dos curtos prazos de entrega, nós os criativos acabamos ficando muito no superficial, não tendo uma imersão maior sobre aquele assunto que estamos estudando, onde acabamos nos limitando e trazendo o óbvio para os nossos projetos.

Você já se perguntou o motivo de termos o mesmos formatos de pirâmides no Egito e no Peru?

Mesmo sendo culturas diferentes e não tendo nenhum contato entre elas, as pirâmides estão presentes em ambas e muita gente se perguntava se foram os aliens ou algo do tipo.

Ainda não temos dados científicos que provam a existência de vida inteligente fora da terra e muito menos que já nos visitaram, porém o que sabemos é que na época da construção das pirâmides do Egito e do Peru a tecnologia era limitada e a única solução para construir algo tão grandioso era ter uma boa base que fortalecesse a estrutura, por isso os formatos são similares, já que era a ideia mais óbvia para construções deste tipo.

Diferente dos nossos amigos do passado, temos muitos recursos hoje em dia e muito mais informação, literalmente na palma da nossa mão.

Temos o dever e compromisso de não sermos óbvios e ter uma imersão maior nas nossas entregas, assim como um chefe de cozinha, pegando referências de todos os lados possíveis e transformá-las em ingredientes, para que no final dos nossos projetos eles se tornem inesquecíveis, assim como um belo prato de um restaurante cinco estrelas.

Não deixe de experimentar novas alternativas e conhecer ainda mais o assunto com qual você vai trabalhar, agindo desta maneira sua gama de referências vão aumentar e você vai se tornar um profissional cada vez mais diferenciado.

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