Tecnologia

A Telepresença dez anos depois!

Pense rápido: o que mudou em sua vida nos últimos 10 anos? Para a Telepresença, este foi o tempo suficiente para uma série de transformações. A principal delas é que, agora, você não precisa mais ficar preso naquele velho clichê de que as reuniões por videoconferência são boas (apenas) porque reduzem os custos com viagens. A Telepresença vai muito além disso.

De 2008 para cá, por exemplo, muitas novidades da indústria chegaram para aprimorar o conceito de reunião a distância, valorizando a performance e a experiência das salas de reunião por videoconferência. Somado a isso, a qualidade do link evoluiu também – mesmo que a nossa conexão ainda esteja longe do ideal.

Os dois pontos acima, juntos, fizeram com que as salas de videoconferência sejam muito mais estáveis do que no passado, quando era comum que as imagens e o áudio travassem no meio de uma reunião. Agora, tudo pode ser feito com alta definição.

E se alguma falha acontecer, não será preciso arrancar os fios do modem ou refazer a infraestrutura: às vezes, somente a análise da configuração da rede pode ser o suficiente para criar uma experiência realmente prática, imersiva e eficiente para o trabalho remoto.

O avanço da tecnologia tem incluído novos recursos às videoconferências, com compartilhamento de conteúdo, colaboração interativa e gestão de segurança embarcada na maioria das soluções.

Além do mais, é sempre importante dizer que alguns equipamentos, inclusive, sequer precisam de uma grande banda de internet instalada, fato que diminui os custos e melhora todo o desempenho da operação de uma empresa.

A transformação vivida pela Telepresença vai ao encontro da própria mudança no comportamento dos usuários: pesquisas mais recentes do Google, por exemplo, mostram que 86% dos brasileiros conectados consomem conteúdo audiovisual na internet diariamente. No ano passado, 70% de todo o tráfego de dados global foi gerado a partir de vídeos.

Este novo cenário, em que o grande fluxo de informações na rede está mudando, também afeta as empresas. Primeiro porque, cada vez mais, os millennials tomarão seu papel dentro das organizações, difundindo o uso de informações em vídeo. E eles precisarão de soluções aprimoradas para fazer essa comunicação de forma mais assertiva e eficiente – e nisto a Telepresença agrega valor, por essência.

Outra questão é que as empresas (e seus usuários) terão de investir em segurança da informação – e a Telepresença Corporativa é um caminho. Afinal, ao contrário de soluções gratuitas e softwares de chamada de vídeo os equipamentos de Telepresença possuem ferramentas específicas, como criptografia de ponta a ponta, que são essenciais para a comunicação sigilosa e eficiente dentro de uma indústria.

Aliás, aqui vale lembrar que a Telepresença não é uma realidade somente para grandes companhias. Empresas de pequeno e médio porte também podem utilizar a tecnologia para expandir seus negócios.

Há alguns anos, o investimento podia variar entre R$ 40 mil e R$ 300 mil, mas a realidade é muito diferente agora. Com valores muito mais acessíveis, é possível encontrar soluções que se adequam às necessidades do seu negócio.

E se você ainda assim achar que esse é investimento que não vale a pena, pense em quanto você gasta anualmente com táxi, Uber, passagens de avião, hospedagens em hotel, entre outros custos e compare.

Não obstante as economias, pense no futuro! Se, ao longo de 10 anos, a tecnologia apresentou tantas inovações, quem sabe, em um período muito próximo, ainda teremos o uso de óculos de realidade virtual ou aumentada para tornar a reunião ainda mais imersiva.

E a sua empresa? Como ela está evoluindo?

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Texto por Erik Ramos – engenheiro de Redes da Nap IT, certificado em ambientes de colaboração (CCIE Collaboration).

A Nap IT é referência no mercado em consultoria de redes corporativas e integração de soluções em TI, atendendo grandes empresas como o Grupo AB-Inbev. Além disso, foi pioneira no Brasil ao aplicar o conceito Tuning de Rede – que analisa e customiza equipamentos para que atinjam elevados níveis de desempenho, estabilidade e segurança.

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