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Sair do óbvio é a grande onda na gestão de uma marca

Grandes marcas buscam sempre estabelecer uma boa ligação com seu público e isso está para além de uma tendência, o Branding é algo que empresas de grande porte se preocupam e os criativos por trás destas marcas entendem a seriedade do processo, a despeito de qualquer conceito mainstream. Trabalhar as características atrativas de uma marca e pensar no impacto em relação a seu público precisa ser pensado e aplicado na construção da Identidade Visual das organizações, independentemente de seu porte. É uma corrente de pensamento que deveria ser adotada integralmente, tanto para o seu João que tem uma farmácia ali na esquina, quanto para uma grande rede de hipermercados famosa.

Parece algo óbvio, sobretudo do ponto de vista do Design, mas na real, não é assim que a “banda toca”. Criar um direcionamento criativo para uma marca é parte essencial no processo de gerenciamento de marca, a começar em sua concepção gráfica, quando os Logotipo e Identidade Visual são desenvolvidos. No entanto, o processo não deve parar aí; essa ideia de gerar novidades e atratividade deve ser contínua e constante, com base em uma estratégia que pontua tempo, disponibilidade, corrente de pensamento do público, informações demográficas, comportamento e afins. Um cronograma com mapa de ações, inclusive, se faz necessário para organizar e direcionar as ideias a serem aplicadas ao processo de gestão.

Com base em informações da OpSocial, 80% das pessoas que usam o Instagram segue ao menos um marca e isso  não é algo que ocorre do nada. Na verdade, algumas coisas devem ser pilares nesse processo, como a linguagem, as imagens utilizadas como apoio à linguagem (e para isso, um banco de imagens se faz necessário, sim), a estratégia de conteúdo, a qualidade gráfica do material desenvolvido, a interação com o público, enfim. Esses são alguns dos critérios essenciais na forma como uma marca se posiciona na mente do usuário. E ao contrário do que uma gama de designers imaginam, esse processo é primordial nas sensações e emoções que o cliente / usuário / público desenvolve em relação à marca e, portanto, são elementos que compreendem a experiência de usuário e interação deste com a organização (UI / UX).

Em outras palavras, separar partes do Design com ênfase específica, às vezes, pode fragmentar também o conceito que se tem da marca em relação ao usuário. O Design precisa ser pensado como algo que desenvolve elementos a favor de uma marca e assim sendo, já é pensar em Branding como sendo algo necessário para o desenvolvimento de uma entidade organizacional, como de fato o é.

Nesse aspecto, usar o Design associado ao Branding na gestão de uma marca é um direcionamento essencial para o sucesso desta; e pensar na inovação, nos diferenciais, elementos que farão a marca se destacar das demais, já é meio caminho andando. Assim, designers, publicitários, criativos e afins precisam desenvolver esse pensamento. O velho conselho continua sendo válido, gritante e urgente: ser designer está muito além de “mexer no programa”.

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E é isso, criativos. Até a próxima e vamos nessa. Graça, paz e um copo de suco.

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