O email marketing não falhou. O problema está na forma como estamos interpretando as métricas

O email marketing não falhou. O problema está na forma como estamos interpretando as métricas

Por Design Culture

Durante muitos anos, o email marketing foi considerado ultrapassado. Primeiro perdeu relevância, depois passou a ser visto como um canal saturado e, mais recentemente, como útil apenas em contextos muito específicos. Ainda assim, nunca se enviaram tantos emails como hoje, nem houve tanta capacidade técnica para medir, automatizar e analisar resultados. 

Apesar disso, muitas equipes continuam sentindo o mesmo descompasso. Campanhas com números positivos não geram impacto proporcional nos resultados do negócio. Automações bem ajustadas não mudam comportamentos. Relatórios consistentes não explicam por que o crescimento desacelera. 

De acordo com o novo e-book da E-goi, intitulado “O email marketing não está falhando, as métricas sim”, o problema não está no canal, mas na forma como os dados vêm sendo interpretados. Em um ecossistema dominado por filtros de privacidade, sistemas automáticos de segurança, pré-carregamento de conteúdos e inteligência artificial, métricas como taxa de abertura e cliques deixaram de representar atenção, interesse ou intenção de forma direta. 

O estudo defende que a análise isolada desses indicadores cria uma falsa sensação de controle e leva a decisões confortáveis, porém incompletas. Em vez de compreender o comportamento humano, muitas equipes passaram a otimizar números que já não explicam o impacto real. 

Mais do que defender o email marketing, o documento propõe uma mudança de perspectiva. Menos foco em eventos isolados e mais atenção ao efeito acumulado do email na jornada do cliente, na retenção, na recorrência e nas decisões ao longo do tempo. 

O e-book está disponível para consulta AQUI.

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