Não é segredo que designers costumam ter relações tênues com os clientes. Reclamar do prazo curto entre o pedido, criação e entrega final é só o começo. Gustavo Piqueira, líder da Casa Rex “a casa de design”, dá uma prévia de como levar essa situação. Defende que tem “chororô“ por parte dos criativos e existe a possibilidade de mandar o cliente catar coquinho, mas não é o mais aconselhável – até porque clientes trazem dinheiro.
Pensando nisso, a Saibalá, plataforma que dissemina conteúdos relacionados às áreas criativas, levantou algumas dicas importantes pra manter o cliente próximo e não afugentar a grana.
Vamos aos #fatos:
#1 – Gerenciamento de expectativa.
Uma ideia é uma coisa abstrata e muitas vezes não é simples de explicar. O cliente nem sempre é claro sobre o que precisa.
Tire todas as suas dúvidas e pergunte o máximo que puder. Mais perguntas podem significar menos retrabalho. Deixe o cliente falar bastante. Tenha clara qual é a sua expectativa.
#2 – Depois do job contratado, o cliente tem sempre razão.
Eventualmente é preciso tomar uma porrada pra reconhecer o erro.
Se seu cliente apontou uma falha ou erro, por mínimo que seja, não retruque (de cara). Aceite o golpe, entenda onde ocorreu o problema. Peça desculpas, concerte e explique o que aconteceu. Sempre agradeça o feedback – cordialidade é essencial nessa relação.
#3 – O combinado não sai caro.
De modo geral, é preciso definir bem a entrega: qualidade, quantidade e forma são cruciais para evitar problemas com os clientes.
Deixe claro como vai fazer para alcançar o objetivo desejado. Indique as possíveis limitações e pontos críticos de um trabalho. No final, trata-se de atender a expectativa do cliente e com tudo combinado direitinho é mais fácil chegar lá.
#4 – Padrões
Principalmente no começo de carreira, seu preço ideal vai valer menos. Você tem a opção de não aceitar o job. Porém, fazendo isso várias vezes, pode ficar difícil manter a lojinha funcionando.
Se tiver que aceitar preços mais baixos ou prazos curtos, mantenha-se fiel aos seus padrões e não faça entregas pela metade. O mercado de designers ainda é relativamente pequeno e o boca-a-boca é um marketing importante.
#5 – O espaço entre o pedido e o objetivo final.
A entrega é o momento de maior expectativa do projeto. No entanto para diminuir a tensão, é possível diluir a mesma. Dar “checks” e validar etapas. Assim, se for necessário refazer algo, só será preciso voltar duas casas no tabuleiro e não o jogo inteiro. Isso diminui erros, retrabalho e garante uma entrega final mais assertiva.
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