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3 Dicas para aprimorar seu Design

Quem desenvolve projetos de Design e busca aprimorar a forma como faz isso, é bom que se preste uma certa atenção a algumas questões essenciais (e evitar ficar falando mal de cliente em alguns memes no Facebook, claro).

1 – Conhecimento

Tem uma galera que começa a fuçar programas (seja CorelDRaw) ou apps do pacote Adobe e acredita que manipular o programa seja suficiente. É claro que tem muitos bons profissionais e “designers” empíricos com vasta experiência e pleno domínio dessas ferramentas, que dão um show à parte em relação alguns graduados em Ensino Superior da área (polêmica para uma outra hora, rsrsrs). Mas buscar aprimorar a qualidade de seus Jobs vai muito além de saber criar um vetor no Illustrator ou manipular uma imagem do Fotolia no Photoshop. E por isso, o conhecimento deve estar além do manuseio dessas ferramentas.

Livros da área e de áreas interligadas são um bom reforço intelectual. A internet está recheada de conteúdo (relevante e irrelevante) para quem busca conhecimento em, praticamente, qualquer área. Então é só ajustar a postura frente ao pc ou smartphone e cair pra dentro. A prática também é algo que ajuda grandiosamente no reforço do que se aprende. Teoria deve estar acompanhada de prática, evidentemente. Tem ainda outras inúmeras formas de se obter conhecimento, como conversando com outros profissionais e entusiastas da área, o que nos leva ao próximo tópico.

2 – Networking

Conversar com quem entende do assunto é essencial. E networking é algo que ainda muitos designers precisam entender e desenvolver. Infelizmente, o hábito de disputa entre designers é ainda gritante e incrivelmente desnecessário. E isso afeta toda a área com mitos e estigmas que só atrasam o processo de estabelecimento de respeito pela classe e ainda afeta indiretamente a polêmica questão de precificação de Jobs.

Estabelecer boas conexões é uma estratégia de ação com resultados surpreendentemente positivos. Isso quando o networking é desenvolvido com base em relações verdadeiras e não um simples trocar de cartões de visitas, com aqueles folhetos que alguém te dá dizendo “Jesus te ama” e sai fora já para entregar outro. Ou seja, sair distribuindo cartões vai trazer certo retorno, mas o network está além disso. E é bom ver essa conexão como algo que pode ser feito naturalmente, tendo prazer em conhecer outros parceiros e profissionais, vendo-os também como pessoa e não uma mera e possível fonte renda indireta.

3 – Recursos

Se um designer não é feito só de programas, também não é feito só de teorias e conceitos. Um bom cinto de utilidades faz toda diferença na hora da ação.

As ferramentas são essenciais e se achas que para ser designer, o investimento é baixo, é bom mudar de área (inclusive esse custo empregado como investimento ata diretamente na polêmica recorrente da precificação). Para começar, uma boa estação de trabalho. O Workspace influencia – e muito – no resultado de seu processo criativo. Um pc com processador potente, memória RAM, placas e HD com bom espaço de armazenamento é essencialmente necessário. E se for com boa música na biblioteca musical, melhor ainda, rsrsrs.

Pois bem, apps bons rendem bons resultados também. E sim, pode ser CorelDraw. O travamento do programa depende bem mais da forma como é adquirido e o nível de potência de seu pc do que do programa em si. No entanto, a integração entre apps da Adobe é uma coisa linda de se ver. Inquestionavelmente, isso agiliza muito o processo de trabalho. E por falar em Adobe, a Fotolia é um investimento grandiosamente relevante, já que um banco de imagens premium eleva seu trabalho a um nível significativamente maior. Junte a isso boas tipografias, vetores, brushes e mais uma infinidade de recursos que estão sempre a um ou dois cliques de distância.

E é isso, dicas simples, mas importantíssimas para quem quer sempre sair na frente. Tamojunto e até a próxima, criativo!

 

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