Design

WMXP 2017 – O design como ferramenta de inovação

O Design sempre andou lado a lado com as startups de sucesso, a relação de um bom projeto, disruptivo e inovador com um design bem executado, surge como um tiro certeiro para o sucesso. No início de março a Weme, uma aceleradora de startups com sede em campinas foi inaugurada com um evento que nós, do Design Culture, participamos. De novas mídias, internet das coisas , design thinking e um bate papo com CEO’s de empresas multinacionais como Bosch, Karscher e DHL, o WMXP 2017 respirou design em todos os momentos.

(divulgação)

Design Thinking

Maurício Bueno e Wagner Foschini, sócios da Weme, em entrevista coletiva, reforçaram como o Design é importante dentro do processo de geração de  idéias inovadoras.

Como sabemos, antigamente acreditava-se que grandes ideias surgiam do nada de mentes brilhantes, já formatadas e completas. Na prática, equipes que trabalham com inovação demonstram que é necessário muito trabalho duro.

O processo de design é mais bem descrito como um sistema de espaço aberto. Ao invés de seguir um fluxo de passos ordenados.

Abaixo podemos ver os três pontos que encadeiam esse raciocínio do Design Thinking.

1. Inspiração:  Contexto da existência de um problema ou oportunidade, podendo ser ambos que motivam para a busca de uma solução.

2. Ideação: É o processo de desenvolvimento e teste de ideias, as quais podem resultar na solução final.

3. Implementação: É o mapeamento do caminho para o mercado, colocando em prática as ideias e coletando os resultados.

Startups 

A Weme possui um processo seletivo para startups que queiram se instalar na aceleradora. Para isso, é necessário se inscrever no site, onde estão dispostas as informações necessárias.

Durante o evento percebemos um cuidado especial com a identidade visual e com a valorização do espaço  da aceleradora, criativo e bem desenhado, baseado em polos de inovação como o Vale do Silício.

A Weme marca um ponto ao mostrar como o design é sim uma ferramenta de inovação, independente se falamos de multinacionais ou startups.

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Como exemplo temos a startup Muziks, um aplicativo de música direcionado a bares e casas de show, que disponibiliza um sistema de escolha, onde o cliente do estabelecimento  seleciona  no seu próprio smartphone o que deseja ouvir, entrando em uma fila classificada por ordem de pedido.  Após o lançamento no bar universitário Poco Loco, em fevereiro de 2016, a aplicação já conta com cerca de 2.500 downloads por clientes de bares que aderiram o sistema em Campinas. Entre eles, nomes de referência como Donna Bela, Nicola e 100Lanchitos.

 

 

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